Inteligência artificial na saúde: automação, eficiência e desafios éticos na tomada de decisões clínicas

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A Inteligência Artificial (IA) tem se consolidado como uma ferramenta estratégica na transformação da saúde, promovendo avanços significativos na automação de processos e na tomada de decisões clínicas. Este artigo tem como objetivo analisar os impactos da IA no setor da saúde, com foco em suas aplicações práticas, benefícios operacionais, desafios técnicos e implicações éticas e sociais. Inicialmente, são apresentados os conceitos fundamentais da IA, bem como as principais tecnologias envolvidas, como Aprendizado de Máquina, Processamento de Linguagem Natural, Visão Computacional e Aprendizado por Reforço. No contexto da saúde, a IA tem sido aplicada em áreas como diagnóstico automatizado, triagem de pacientes, robótica cirúrgica e gestão hospitalar. Estudos demonstram que sistemas baseados em IA são capazes de alcançar níveis elevados de acurácia em exames de imagem, prever fluxos hospitalares e apoiar na escolha de tratamentos por meio de modelos como os Processos de Decisão de Markov. Casos como o IBM Watson for Oncology e as iniciativas do Hospital Albert Einstein ilustram os avanços e as limitações dessas tecnologias. Conclui-se que, embora os benefícios econômicos e operacionais da IA sejam evidentes, sua adoção deve ser acompanhada de atenção ética e técnica. A qualidade dos dados, a transparência algorítmica e a responsabilidade pelas decisões automatizadas são aspectos centrais para o uso seguro e equitativo da IA na saúde. O estudo recomenda o investimento contínuo em pesquisa, formação profissional e regulamentação para garantir que a inovação tecnológica esteja alinhada ao cuidado humanizado.

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